

O que é RIOT GRRRLS???![]()
Riot grrrl (ou riot grrl) é um movimento abrangindo fanzines, festivais e bandas de hardcore punk rock e feminismo. A intenção do movimento é informar a mulher de seus direitos e incentiva-las a reinvindica-los. Uma das principais formas além de protestos foi o uso da música. A carreira músical feminina se resumia apenas como vocalistas, ou qualquer função em bandas de músicas leves, mesmo assim mal vistas. O principal ponto foi montar bandas de rock, com instrumentos pesados como baixo e guitarra com muitos efeitos e distorção, estilo e instrumentos inicialmente considerado como masculinos. Incentivando cada vez mais as mulheres a montarem suas bandas, criar fanzines feministas, e assim expressar suas opiniões e vontades. O gênero musical riot grrrls apareceu na década de 90 como resposta as atitudes machistas punks.
As bandas Bikini Kill e Bratmobile são consideradas duas bandas que incentivam o movimento.
Tudo começou nos Estados Unidos em meados dos anos 90, o termo surgiu quando Alison Wolfe, do Bratmobile, resolveu fazer um fanzine feminista chamado Riot Grrrl onde se rebelavam contra alguns dogmas intocáveis do mundo do rock: garotas não sabem tocar guitarras, bateria, ou baixo tão bem quantos os homens .Por causa desses dogmas, várias garotas sentiam-se desestimuladas a tomar frente de uma guitarra ou qualquer outro instrumento. As riot grrrls não faziam questão de se mostrarem bonitinhas, meigas, ou bem comportadas. Como eram vetadas pelo fato de serem do sexo feminino rasparam as cabeças, usavam roupas masculinas e as vezes até como protesto se envolviam com outras mulheres mostrando a eles que eram tão capaz e as vezes "até mais" do que eles. O movimento Riot foi bem popularizado por bandas de garotas como Bikini Kill e Tribe 8, elas reverenciaram antecessoras roqueiras de visual e verbos agressivos: a poetisa Patti Smith e o humor cínico de Deborah Harry. Não se pode dizer que existam “líderes” no movimento “RIOT GRRRL”, pois cada garota deve fazer o que quer e defender seus pensamentos e não ser “influenciada” ou “obedecer” alguma líder; contudo algumas mulheres conseguiram muito destaque, tornando-se verdadeiros símbolos das “Riot Grrrls”. Sem dúvida o maior destaque é a Kathleen Hanna, vocalista do Bikini Kill, cuja banda pode ser considerada uma das primeiras (ou a 1a) do movimento, além de ser muito radical.
Nos seus shows, as garotas do Bikini Kill costumavam “mandar” os rapazes para as filas mais longe do palco, deixando as garotas nos melhores lugares, além de tudo, elas entregavam folhas com as letras das músicas para que AS FÃS pudessem acompanhar melhor as canções. Kathleen costumava fazer os shows com os braços, abdômen ou costas escritos com slogans como : RAPE (estupre) ou SLUT (vagabunda), isso era uma forma de protesto contra a violência sexual, e os comentários “machistas” que determinavam as “Garotas do Rock” ou as mais “liberais” como vagabundas... O costume de escrever os “slogans” no corpo não parou com o Bikini Kill, até hoje várias bandas femininas se apresentam e se rebelam com o corpo riscado.
Apesar da banda Bikini Kill ter sido a principal e mais influente, a que realmente ficou com “mais fama” foi a Courtney Love, da banda Hole, que é considerada por algumas ídolo máximo do movimento, apesar de várias vezes se negar de participar do “tal movimento feminista” e até ter brigado com Kathleen, entre vários outros motivos UM seria o de que Courtney não queria que a imagem da sua banda, HOLE, fosse associada com o RIOT GRRRL além de que Courtney Love Cobain não simpatizava com a “cena” de Olympia, que era tanto a do Bikini Kill quanto a do “Riot Grrrl”. Querendo ou não a imagem de Courtney foi associada ao RIOT GRRRL. É importante destacar que não só as mulheres defendem o Riot Grrrl, vários homens, inclusive ROCKSTARS já defenderam a causa feminina.
Bandas riot grrrls possuem tanto sucesso pela prática do femismo em suas letras para manter o lema: se os homens podem, eu também posso! Ou ainda: Só para meninas!
Há bandas como o extinto Bulimia Punk Rock Feminino, Biggs, Pulso, entre outras,que também abrangem outros assuntos além do feminismo, como a banda Suffragettes, que defendem além do feminismo, também o vegetarianismo, a filosofia straight-edge, a preservação ambiental, dentre outros assuntos, cada vez mais crescentes nas cenas undergrounds.
No Brasil a banda de maior destaque é o DOMINATRIX, liderada pela vocalista e guitarrista Elisa Gargiulo,que já tem 13 anos dentro do movimento.
A banda é extremamente feminista e nos seus shows realiza verdadeiros debates sobre as diversas causas femininas e o direito das minorias.
Homossexualidade não é uma regra Riot Grrrl. Geralmente há garotas homossexuais no movimento devido o desejo de ter direito de gostar de quem quiser, independente do pensamento alheio. Assim, reivindicando junto as outras a liberdade sexual, o fim do preconceito, entre outros pontos. Infelizmente, a imagem de uma riot grrrl retradada pela mídia inadequadamente como homossexual, que odeia homens, ignorante, violenta, amarga, uma imagem que também é dada para as feministas em geral. Devida a atitude de algumas garotas mal informadas ou com um temperamento um tanto quanto agressivo colocam de forma negativa as características deste movimento.
O modismo "eu sou uma Riot Grrrl" apenas atrapalha os ideais, deixando Riot Grrrls como baderneiras, e não como pessoas que querem conquistar mais espaço, direitos. É importante lembrar.... assim como direitos também temos deveres, entre esses o respeito alheio, assim como exigimos.
Country PUNK![]()
Country Punk, ou Cowpunk, é um subgénero do punk, originário do sul da Califórnia, criado nos anos 80. É uma mistura de Punk rock com música country e blues, e influenciado por bandas como os The Cramps ou os The Gun Club.
Em particular, a expressão Cowpunk foi associada a bandas da Louisiana, Mississipi, Alabama, Geórgia e Florida, que tocavam uma versão mais rápida de Southern rock. Outra explicação sobre a designação Cowpunk,[carece de fontes] é a de que terá tido origem em 1978, quando os Sex Pistols passaram por Dallas, em turnê.
Bio-punk![]()
Biopunk (uma palavra-valise combinando "biotecnologia" e "punk") é um termo utilizado para descrever um gênero da ficção científica que se concentra em biologia sintética.[1] Mais recentemente, o termo tem também sido utilizado para denotar um movimento tecno-progressivo que advoga o acesso livre à informação genética
CrustCore![]()
Crustcore: associado à cultura da segunda geração anarcopunk (ecologia, anarquismo, pró-libertação animal), se assemelha ao grindcore no extremismo mas diminui consideravelmente a influência das estruturas musicais do heavy metal.
D-Beat
D-beat designa uma batida rapida na bateria, especialmente em bandas de punk hardcore, em todas as suas variantes. O nome deriva da banda britância Discharge, como o nome que definiu esse estilo. Em todo o mundo o D-beat é cultuado até hoje. Dizem alguns que o nome D-beat vem das bandas de hardcore que começavam com D para homenagear o Discharge como: Disfear, Disclose, Desche-Charge, Disarm e etc, inclusive seguiam o estilo até nas capas dos albuns, com fotos em preto e branco.
Exemplo de D-beat:
H:|x-x-x-x-x-x-x-x-:||
S:|--o---o---o---o-:||
K:|o--o-o--o--o-o--:||
1 & 2 & 3 & 4 & :
Diy![]()
DIY é uma abreviação de Do It Yourself (do inglês faz tu mesmo), que traduz um espirito empreendedor e anarquista que terá surgido com a cena punk underground.
Basicamente é uma sigla usada para denotar que determinada banda faz todo o trabalho pelas suas próprias mãos, ou seja, tudo desde a organização de concertos, gravação e produção dos albuns, produção e venda de merchandise, marketing, publicidade, etc... é feito apenas com o suor dos seus elementos.
Também é usada no caso de projectos que contra tudo e todos e sem quaisqueres apoios financeiros ou outros, subsistem e chegam a ter sucesso. Diz-se que estes são projectos baseados no DIY.
A atitude DIY é obviamente associada a um espirito anti-capitalista e assenta no pressuposto que uma pessoa sozinha pode muito bem fazer o trabalho de vários "profissionais" excessivamente bem pagos e por vezes incompetentes.
Death Rock
Death Rock (também chamado de Deathrock ou de Death Punk) é um termo utilizado para distinguir o estilo musical que se confunde muitas vezes com a corrente mais lata do gothic rock, muitas vezes apresentando grandes influências do punk. Teve origem na costa ocidental dos Estados Unidos no final da década de 70, mais precisamente em Los Angeles. O estilo tem sido alvo de um certo revivalismo em reação à influência cada vez maior de estilos como o Techno na música gótica. Há também as influências de bandas como o The Misfits. Bandas nessa linha costumam apresentar imagens relacionada com temas mórbidos, próprios de vários grupos musicais de Los Angeles.
Folk Punk
Folk punk é um estilo musical que combina elementos folk e e punk rock. Existem dois gêneros distintos de folk punk. O primeiro é de artistas como The Knitters - músicos de punk music que tocam em um estilo folk tradicional. Existem também artistas modernos que apresentam-se acusticamente no estilo folk, este gênero é chamado "riotfolk".
No geral, como a maior parte da música punk, folk-punk tente a ser bastante político, na maioria das vezes no lado esquerdista radical e anarquista. Folk punk é visto como explorador do legado tradicional do folk music americano, o qual contém muitas vezes temas de solidariedade à classe operária e resistência da comunidade encarando os problemas abusivos da industrialização e capitalismo moderno. Canções clássicas do folk como "This Land is Your Land" e "Sixteen Tons" têm sido tocadas por bandas folk punk.
O que é grunge?![]()
Grunge (às vezes chamado de Seattle Sound,ou Som de Seattle) é um movimento de raízes da música independente, que se tornou comercialmente bem-sucedido, como sendo uma "ramificação" de hardcore/punk,heavy metal e rock alternativo no final dos anos 1980 e começo da década de 1990. Bandas das cidades do noroeste dos Estados Unidos, como Seattle, Olympia, e Portland, foram responsáveis pela "criação", citada a baixo, do grunge e o tornaram popular para a maior parte da audiência. O gênero é muito associado à Geração X, devido ao fato de sua popularização ter ocorrido em seguida ao surgimento desta geração, a qual consiste nas pessoas nascidas nas décadas de 1960 e 1970.
Grunge é o nome dado ao movimento musical de Seattle no fim dos anos 80, um movimento que se diferenciava do Rock que era tocado na época. Foi preciso dar um nome a essa explosão musical que estava se tornando a nova moda, e Grunge ( que quer dizer Sujo em inglês) é esse nome. Grunge é apenas o nome dado pela mídia e adoptado pelo público a essa explosão de banda vindas de Seattle e suas proximidades e nada mais que isso. As bandas na verdade não possuem semelhança musical, cada umas possui influências diferentes e características particulares, porém, como todas enfrentavam a mesma realidade, existe semelhança nos temas e comportamento destas bandas. Associa-se ao grunge, a mídia principalmente, bandas como Alice in Chains, Nirvana, Soundgarden, Pearl Jam, e bandas de outras localidades pegaram carona nesse movimento como Stone Temple Pilots, L7, entre outras . Na maior parte das vezes as letras são depressivas ou melancólicas como nota-se em Nirvana e Alice in Chains, além de trazer um quê de rebeldia, sempre presente no rock, fazendo assim com que as pessoas que se enquadram nestes termos se identifiquem com a música.
Calça rasgada, jeito largado, camisas de flanela quadriculadas, all stars, era como se apresentavam os jovens no início da década de 90 , sendo esta a imagem que até hoje associam ao movimento. Mas não é necessário estar a carácter de algum estilo para segui-lo. "Muitas pessoas acham respostas na religião, outras nas pessoas em volta... O grunge acha na música.".
O grunge emergiu como um gênero popular, e sua aceitação pelo público é geralmente entendida como uma reação contra o domínio do hair metal. As bandas de hair metal, como W.A.S.P, Poison e Mötley Crüe estavam dominando as paradas, especialmente nos Estados Unidos, por vários anos. O grunge pode ser identificado como um contraste às letras superficiais e pouco elaboradas do hair metal (Hard Rock dos anos 80) e aos seus riffs monótonos, já sem a genialidade que o Hard Rock teve nos anos 70. No final dos anos 1980, a popularidade do hair metal começava a cair, ao passo que a do grunge começava a subir.
O grunge foi assimilado pela juventude graças ao seu simples caráter desafiador, que era uma provocação às normas da cultura popular da época, vista por muitos como dominada por corporações e superficial.
O Nirvana é geralmente tido como a banda que levou o gênero à consciência popular, (e de certa forma ao contrario da essência despreocupada do grunge, que levou ao rotulo "grunge is dead" pelo próprio Kurt Cobain, (vocalista da banda) em 1991. O sucesso da música "Smells Like Teen Spirit" (do álbum Nevermind) surpreendeu toda a indústria da música. O álbum, segundo da carreira do Nirvana, foi um hit que atingiu o primeiro lugar em todo o mundo. O Pearl Jam, outra banda que começava então a conseguir popularidade, havia lançado seu álbum de estréia, Ten, um mês antes que o segundo álbum do Nirvana, em Agosto de 1991, mas suas vendas só decolaram após o sucesso da banda de Kurt Cobain. Outras bandas populares baseadas em Seattle também serviram como "pilares" do gênero como o Soundgarden, Alice in Chains e Tad, embora bandas de outras regiões, como Stone Temple Pilots, de San Diego, The Nixons, de Oklahoma, o The Smashing Pumpkins, de Chicago, L7 de Hollywood, além de bandas do que seria o embrião do subsequente rótulo pós-grunge como o Silverchair, da Austrália, e a banda britânica Bush também tenham alcançado o sucesso.
A popularidade que o grunge atingiu nas massas teve vida curta. Muitos acreditam que o grunge efetivamente começou seu declínio quando Kurt Cobain cometeu suicídio, em Abril de 1994 (existindo também versões que dizem que este foi assassinado). É consenso entre fãs e historiadores da música que o gênero era contrário a tornar-se mais "pop", de modo que pudesse obter uma popularidade mais duradoura. Muitas bandas grunge se recusaram a cooperar com gravadoras em compor músicas mais "pop", mais palatáveis, mais "mainstream", que pudessem ser tocadas em rádios de modo que não só os admiradores do grunge gostassem. Contudo, os selos encontraram novas bandas que aceitaram fazê-lo, embora estas acabassem por criar um som "mutilado", que não condizia com a história do estilo e nem com o gosto dos fãs de longa data. Apesar de tudo, um declínio geral nas vendas fonográficas em 1996 pode ter levado os selos a procurarem novos e diferentes gêneros musicais e promovê-los, ao contrário de estilos que eram populares até o momento – como o grunge. Outro fator que pode ter levado ao declínio da popularidade do grunge foi o advento de um sub-gênero do grunge, conhecido como "pós-grunge". O pós-grunge é o nome dado a bandas que trazem grande influências das bandas que se destacaram no movimento grunge ( Nirvana, Pearl Jam, Alice in Chains e Soundgarden) . Este sub-gênero é tido como uma imposição de executivos de gravadoras que queriam vender uma variação do grunge que teria sucesso comercial com um público menos específico, como resultado de uma aproximação da música pop. Em meados da década de 1990, os selos/gravadoras começaram a fechar contratos com bandas que tocavam este tipo de som e deu-lhes enorme exposição na mídia. Ao passo que algumas dessas bandas, como Silverchair e Bush, mudaram seu som e foram capazes de conseguir sucesso global, muitos fanáticos pelo grunge "original" denunciaram bandas "pós-grunge" como sendo "mercenárias". Casos notáveis disto foram as bandas Candlebox e Collective Soul, que foram "blasfemadas" pela maioria dos fãs de grunge. Até mesmo as bandas de pós-grunge comercialmente bem-sucedidas sofreram este tipo de acusação, o que lhes causou, majoritariamente, períodos de sucesso apenas breves, ao contrário das bandas que criaram o gênero. À medida que o grunge começou a ser menos notório no cenário musical, as chamadas bandas pós-grunge – como Creed e Days of the New – também começaram a receber muitas críticas negativas dos fãs remanescentes. No entanto alguns veêm o surgimento do pós-grunge como um passo natural para um estilo que, devido a iminente decadência comercial, fez com que as grandes gravadoras procurassem outros nichos de mercado. O pós-grunge tornou-se apenas uma versão reciclada no grunge original e também um termo utilizado para designar bandas surgidas anos depois da explosão do movimento, porém claramente influenciadas pelo mesmo, como Hog Molly e The Vines por exemplo, o que significa que nem tudo o que se encaixa nesse sub-gênero pode ser considerado meramente comercial.
Para muitos fanáticos pelo gênero, a decadência do grunge não era fato consumado até a dissolução da banda pioneira Soundgarden, em 1997. Só então reconheceram que o grunge – enquanto gênero musical principal das paradas – "era passado". Apesar dos pesares, o grunge permaneceu na cena musical por alguns anos, embora com pouca popularidade. Muitas bandas continuaram gravando e fazendo turnês, com sucesso mais restrito, como por exemplo o Pearl Jam. A música grunge ainda tem muitos seguidores e simpatizantes, muitos dos quais conduzem debates na Internet sobre a história do movimento; seu significado atual na sociedade; bandas que surgiram deste estilo; e a situação atual de músicos do grunge.
As poucas bandas grunge ou que já tiveram influências grunge estão acoplando influências de estilos: o Pearl Jam, que em termos sonoros só pôde ser considerado grunge até o segundo disco (Vs, de 1993), aumentou suas influências de hard rock, e o Audioslave (banda do ex-vocalista do Soundgarden, Chris Cornell) aumentou influências de hard rock e punk e diminuiu as influências de metal. Já outras como Mudhoney continuam totalmente grunge embora com menos sucesso ainda.
Generos Punk![]()
Gêneros punk são ramificações dentro de certos elementos da cultura punk.
As divergências éticas e comportamentais ou o simples desenvolvimento de certos estilos dentro e em harmonia com o punk criaram ao longo de sua história vários sub-gêneros que vão desde a criação de filosofias de vida à mera formação de um estilo musical e de vestuário particulares.
Apesar da forte ligação entre os aspectos da cultura punk, nem sempre um estilo musical está associado necessariamente ou exclusivamente à um outro aspecto cultural (como estilo de vida, ideologia ou moda).
Moicano
Moicano é um corte de cabelo, no qual os cabelos ficam levantados, geralmente raspados dos lados. São usados por punks e outros sub-gêneros.
Noise![]()
Noise rock é um gênero musical desenvolvido nos anos 80 como uma variação experimental do punk rock, numa fusão com o gênero de rock industrial e o Noise.
Psychobilly
Psychobilly é um gênero musical geralmente descrito como um mistura entre o punk rock britânico dos anos 70 e o rockabilly norte-americano dos anos 50. O gênero também é caracterizado pelas referências à filmes de terror e assuntos como violência, sexualidade lúgebre e outros tópicos geralmente considerados tabus, embora apresentados de forma cômica e corajosa.
História
O termo "psychobilly" foi usado pela primeira vez por Johnny Cash em sua canção “One Piece at Time”, sucesso no Top Ten de 1976. Passaria a ser usado para definir o gênero alguns anos depois, quando o The Cramps descreveu sua música como "psychobilly" e "voodoo rockabilly" nos pôsteres de seus shows. Embora o Cramps tenha rejeitado a idéia de ser parte do cenário psychobilly, são eles, juntamente com artistas como Screamin' Jay Hawkins, The Stray Cats e Motörhead, os considerados precurssores do movimento. Musicalmente falando, haviam antecedentes também no cenário garage rock e pub rock já nos anos 60 e começo dos 70.
A primeira banda considerada psychobilly foi a Meteors, formada no sul de Londres em 1980. Com um integrante que fazia parte da subcultura rockabilly, outro envolvido com a subcultura punk e um terceiro que era fã de filmes de terror, suas idéias musicais se juntaram e formataram o gênero como ele existe atualmente. O Meteors também inventou o conceito do psychobilly ser apolítico, encorajando seus shows a serem zona "não-politizada" em função de evitar brigas entre os fãs, como estava se tornando recorrente no cenário punk da época. Até hoje, praticamente nenhuma música de psychobilly fala de política.
Em 1982 uma casa noturna chamada Klubfoot foi aberta em Hammersmith, a oeste de Londres, criando um lar para o cenário britânico de psychobilly. O clube seria eventualmente demolido, dando lugar a prédios de escritórios e uma estação de ônibus. Por nunca ter sido um estilo muito popular, seus fãs frequentemente organizam “Finais de Semana Psychobilly” em que várias bandas tocam juntas para conseguir atrair bastante público. Os primeiros finais de semana foram organizados no Reino Unido em meados dos anos 80.
O psychobilly eventualmente se espalharia através da Europa, particularmente na Alemanha, Itália e Espanha, em alguns lugares nos Estados Unidos e gradualmente na Ásia, especialmente no Japão. Enquanto o psychobilly do começo dos anos 80 (com Meteors, Sharks, Batmobile) era similar ao punk ou ao garage rock, o psychobilly do final da mesma década já lembrava mais o heavy metal (com Nekromantix, Demented Are Go, Klingonz, Mad Sin), enquanto o estilo dos anos 90 e 2000 se aproxima do som do psychobilly norte-americano (Reverend Horton Heat, Los Gatos Locos, Tiger Army).
A moda psychobilly é caracterizada por um penteado chamado “quiff”, enquanto as roupas combinam o estilo punk (cabelo tingido, trajes surrados e rasgados e jaquetas de couro), com a moda inicial do rockabilly (estampas com figuras de animais).
Punk e Cristão?![]()
A aceitação do punk e do Hardcore Cristão é desafiada às vezes por membros da cena e em algumas igrejas Cristãs. Pode uma pessoa ser cristã e punk? Para os militantes no punk e no cristianismo Há uns elementos fortes do anti-autoritarismo em ambos. Combatemos a hipocrisia tanto do governo quanto da Igreja que impõe regras ao povo. Uma ilustração desta é vista no conceito da "anti-conformidade" ao mundo. Dentro desta perspectiva, a opinião do cristão do anti-conformismo é diferente do punk não Cristão. A razão do cristão para o anti-conformismo é encontrada no livro de Romanos na bíblia: "não se conforme aos padrões deste mundo, mas seja transformado..." a bíblia diz aos cristãos para não se conformarem.
Alguns podem discutir, “mas o punk está de encontro à religião”? Os punks cristãos não concordam com a religião tampouco. Dizem que o cristianismo real não é uma religião(ritos e construções) porque não se baseiam sobre rituais e regras. Acreditam num relacionamento com Jesus, não em uma religião. Contudo são fortemente sustentados por um relacionamento pessoal com Jesus Cristo, separados das regras e tradições.
Punk Cristão- As origens
A origem do punk cristão vem do fracasso da cena secular no final dos anos setenta e inicio dos anos oitenta. Enquanto o movimento de Jesus deu a ascensão às instituições culturais tais como o JESUS PEOPLE (JPUSA) onde se juntaram Punks desiludidos com a cena e os hippies que buscavam pela verdadeira paz e amor, estes serviram como um trampolim para várias subculturas cristãs incluindo o movimento punk cristão. Crashdog é uma das bandas que nasceram em JPUSA.
Reggae Punk![]()
No começo de 1977, Bob Marley e The Wailers, foram a Londres e conheceram de perto a cena punk local e bandas como The Clash. Inspirado, Marley gravou a música Punk Reggae Party, produzida por seu amigo Lee Perry, que vivia em Londres na época.
Inspirados em Bob Marley e na galera do Punk, integrantes das bandas Eddie, Bonsucesso Samba Clube, Mundo Livre, Variant TL e Comadre Fulozinha se juntaram pra tocar clássicos do punk e do reggae nacional e internacional com arranjos próprios, às vezes reggae, às vezes punk, às vezes dub ou tudo isso junto..
Racial hatecore![]()
Racial Hatecore é um estilo de punk metal que usa nas suas letras, frases de incitação à violência, discriminação racial e exaltação ao Reich. Os grupos musicais dentro deste estilo, criado em Portugal têm por membros Skinheads.
Exemplo deste estilo são os já mediáticos "Ódio", que através da Web chegam a um público mais vasto do que através da venda de álbums propriamente ditos!
O que é skinhead?![]()
Skinhead é o nome de uma subcultura caracterizada pelo corte de cabelo muito curto ou rapado (há algumas exceções), um estilo particular de se vestir (que costuma incluir botas e/ou suspensórios), o culto à virilidade, à violência, ao futebol e ao hábito de beber cerveja. A cultura skinhead é também ligada à música, especialmente ska, skinhead reggae e Oi!, mas também punk rock e hardcore. Suas origens remetem ao Reino Unido na década de 1960, onde são proximamente ligados com os rude boys e os Mod da
Inglaterra.
Neonazismo![]()
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O neonazismo está associado ao resgate do nazismo ou nacional-socialismo, ideologia política criada por Adolf Hitler, no começo da década de 1920. O movimento neonazista (ou neo-nazi) tem suas origens colocadas em preceitos racialistas, primando sempre pela "raça pura ariana". Os seguidores da doutrina em sua maioria promovem preconceito contra grupos específicos, como homossexuais, negros, índios, judeus e comunistas. Algumas correntes preferem apenas a segregação da "raça pura ariana" das demais "raças", condenando agressões físicas contra tais grupos (não condenando porém violência moral e psicológica, às vezes assegurada por lei). Outras promovem explicitamente o ataque físico aos grupos citados. Há grande oposição vinda dos neonazistas com relação a grupos punks, fazendo com que cresça uma hostilidade entre os dois grupos.
Apesar da prática racialista ou racista, os neo-nazis não se denominam racistas, promovendo às vezes debates e reuniões sobre seu movimento e culturas opostas à ideologia nazista, com o intuito de engrandecer a favorecer o movimento neonazista. Não raramente estas reuniões são planejadas de modo que induzam jovens a participar destes movimentos. Tais encontros, em que membros se declaram explicitamente a favor da doutrina nazista, são proibidos (por propagação de nazismo) na maioria dos países do mundo, porém muitas vezes tal proibição é relevada, como acontece em alguns países da Europa e nos EUA.
RAC
RAC (Rock Against Communism ou RACionalism) significa Rock Contra o Comunismo é um movimento musical que contem letras de ideologia política que, apesar de seu nome confrontar-se diretamente ao comunismo, as suas musicas raramente são focadas no mesmo. O conteúdo das letras do RAC expressa assuntos como nacionalismo, neonazismo e temas contra o sionismo e quem as aprecia é normalmente são pessoas com princípios do Nacional Socialismo, não se tratando de uma regra geral. O RAC é compreendido em sua principal parte, em estilos musicais do tipo Oi!, Punk Rock, Metal, Southern Rock, Rock and Roll entre outros. Uma das bandas que se tornaram marco dentro da história do RAC foi Skrewdriver, formada em 1977 na Inglaterra, por Ian Stuart Donaldson. O motivo por ela ter despertado tanta atenção foi o fato de suas letras serem escritas com um teor fortemente conservador, referindo-se diretamente ao Nacional Socialismo. Suas músicas foram tão reconhecidas no meio Neonazista que mereceu bandas quase que exclusivamente dedicadas a seu tributo, como a banda sueca Saga.
O Rock contra o comunismo (RAC) nasceu no Reino Unido no final da década de 70, anexado ao movimento skinhead que teve inicio, pelo menos, uma década antes. Em seu inicio, os skinheads não estavam envolvidos com política, eles surgiram de outro movimento, os mods (“modernists”, que geraram polemica na década de 60, por suas músicas, sua cultura e seu visual). Os skinheads, no inicio, apenas escutavam suas músicas (ska), tinham o seu visual próprio, e causavam atritos, eram caracterizados também pelo fanatismo ao futebol e ao ato de beber cerveja. Nesta época, não havia racismo dentro da subcultura dos skinheads, pois muitos deles eram negros, e mesmo os brancos ouviam apenas a música negra e freqüentavam os mesmos bailes dos jamaicanos. Isso durou até o começo dos anos 70, quando o movimento quase acabou, quando alguns o deixaram de lado e outros acabaram por mudar de movimento, pois novos estilos surgiram a partir dos skinheads. Então com a explosão de alguns movimentos, como o punk e o new wave, apareceram novos skinheads e outros voltaram à cena. No final dos anos 70, surge o movimento 2 Tone. O 2 Tone (“dois tons”, em referência às cores preta e branca — simbolizando a união de raças, o anti-racismo) era o nome dado à nova geração de bandas de ska. As bandas 2 Tone eram influenciadas pelo som skinhead original (ska e reggae antigo). De qualquer maneira, o 2 Tone levou muitos skins de volta às origens musicais, visuais e multirraciais do movimento. Enquanto a 2 Tone estava fazendo um ótimo trabalho combatendo o racismo e o fascismo através do ska, a extrema direita (em especial o "National Front") começava a se aproximar dos skinheads. Enquanto o Sham 69 e outras bandas street punk com fãs skins tocavam em festivais chamados "Rock Against Racism" (rock contra o racismo), organizados por partidos de esquerda, o National Front cria sua própria organização, o "Rock Against Communism", para apoiar bandas de extrema direita. Desta maneira, nasce o "Skinhead Nazista", tão conhecido pelo mundo todo. No entanto, a maioria dos skins continuava sem um direcionamento político definido, longe dos fascistas.
RASH
RASH são Skinheads Anarquistas ou Vermelhos ( comunistas ). A denominação vem da sigla em inglês para "Red and Anarchist SkinHeads".
São skinheads anti-fascistas. Se posicionam claramente contra todo tipo de preconceito, inclusive contra a homofobia.
Os skinheads anarquistas e comunistas geralmente consideram como "aspectos positivos" da cultura skinhead clássica, que devem ser resgatados e preservados:

Skinhead Nazista![]()
Skinhead nazista, skinhead white-power, nazi-skin ou ainda bonehead (esta última uma denominação pejorativa utilizada pela maioria dos skinheads não racistas, que significa algo como "cabeça dura" ou "parvo" na gíria/calão inglesa), são indivíduos racistas e neo-nazistas, em geral ligados ao movimento White Power, que constituem a ala neonazista da cultura skinhead desde a década de 1980.
Skinheads Against Racial Prejudice![]()
SHARP - Skinheads Against Racial Prejudice (Skinheads contra o preconceito racial). Organização não racista, fundada provavelmente em Nova Iorque, nos Estados Unidos no final dos anos 80 com o objectivo de "informar a opinião pública sobre a verdadeira cultura skinhead, desmarcarar os impostores boneheads e expulsá-los dos bairros por todos os meios necessários".
A ideia era apenas separar skinheads não racistas, que sempre foram a maioria, e skinheads racistas, se evitando assim a generalização/simplificação da cultura skinhead como racista/fascista.
Roddy Moreno, vocalista da banda galesa The Oppressed, conheceu a ideia ao visitar Nova York em 1988 e se tornou um dos grandes incentivadores da ideia.
Nos EUA, estas acções foram levadas à letra, com resultados práticos efectivos. A SHARP tem uma secção portuguesa desde 1995.
Grupos neonazistas
Atualmente existem diversos grupos neonazistas, principalmente formado por jovens entre 16 e 25 anos de idade. O material destes grupos provém de sites na internet, tendo forte influência de grupos neonazistas alemães, ainda presentes. Mesmo a Alemanha tendo proibido qualquer atividade relacionada ao nazismo, estes grupos são mantidos por partidos de extrema direita, sediados na Europa e em outros países.
O aumento da quantidade de grupos neonazistas levou ao maior estudo dos mesmos, tanto profissionalmente por especialistas quanto de modo amador pela sociedade de um modo geral, ambos buscando explicações plausíveis para tal fenômeno. Das explicações encontradas, uma das mais aceitas e tida como razoavelmente plausível é: Os jovens procuram grupos neonazistas porque não encontram respostas para questões de ordem familiar, pessoal, social e até mesmo cívica. Nos Estados Unidos da América, o crescimento vertiginoso do crime simultaneamente ao das imigrações ilegais e da forte difusão da cultura afro-americana e latina cria um sentimento de angústia e medo por parte da suposta "Raça Branca". Os jovens brancos estadunidenses estão vulneráveis a organizações que culpem essas minorias étnicas (latinos e afro-americanos) por tais problemas, e os movimentos neonazistas sabem disso. Assim, explorando a vulnerabilidade juvenil, os movimentos neonazistas podem reunir facilmente alguns desses jovens, manipulando-os. A própria proibição de propagação do nazismo na maioria dos países estimula os jovens que inicialmente não conhecíam o nazismo a interessar-se nos movimentos, visto que é característica marcante dos jovens a busca do proibido como forma de expressar rebeldia e contestação.
Essa busca por culpados para os problemas rotineiros obviamente não levam o jovem extremista ao caminho do neonazismo. Enquanto os neonazistas culpam minorias étnicas e religiosas, outros grupos culpam, por exemplo, o grupo político que está no poder, podendo ingressar em grupos de radicais políticos.
O recrutamento de novos membros ocorre principalmente pela ferramenta mais popular atualmente, a internet. Apesar de inúmeros países terem leis que proíbam a divulgação da ideologia nazista, os sites se hospedam em países que permitem tal divulgação, dificultando a prisão destes envolvidos. Nestes sites encontram-se materiais para divulgação dos movimentos neonazistas, informações de reuniões, artigos e textos de apoio à causa neonazista. Mesmo assim esses sites registram inúmeros acessos diariamente, estando principalmente em inglês, alemão e português, respectivamente.
Cultura Skinhead![]()
A cultura skinhead da década de 1960 era formada majoritariamente por jovens da classe operária britânica. O vestuário skinhead, com botas e suspensórios, reflete em certa medida a indumentária operária da Inglaterra desta época.
Existem diversas particularidades culturais e ideológicas que definem diferentes tipos de skinheads.
No aspecto geral:
Nas divergências ideológicas (iniciadas na década de 1980):
Skinhead "Os carecas "
No Brasil existem os Carecas, estilo politizado de carácter patriota, ultra-nacionalista, conservador, fascista e/ou integralista que promove ações violentas contra homossexuais, esquerdistas, diferentes tribos urbanas (em especial àquelas ligadas ao pensamento de esquerda), drogados, neonazistas e em alguns casos judeus, prostitutas, e outras minorias. As principais gangues e a maioria dos indivíduos são anti-racistas uma vez que defendem a tese de que a identidade e raça original da população brasileira é a miscigenação de todas as raças, mas existem carecas indiferentes ou simpatizantes, em especial na região Sul e Sudeste do país, onde há um movimento de independência de caráter muitas vezes branco-separatista. As gangues paulistas Carecas do Subúrbio e sua dissidência, Carecas do ABC, se tornaram famosas na cultura popular devido a episódios de violência amplamente divulgados pela mídia. Alguns integrantes dos Carecas do Subúrbio nas comemorações de 1 de maio de 1988, unidos a membros da extinta Ação Integralista Brasileira e do Movimento Participativo Nacionalista Social, além de mais três entidades políticas de extrema-direita, entraram em confronto com manifestantes da organização sindicalista de esquerda CUT. Em 6 de Fevereiro de 2000, o adestrador de cães e homossexual Edson Néris da Silva foi espancado até a morte pela gangue Carecas do ABC, formada por 18 indivíduos, por estar andando de mãos dadas com seu companheiro, Dário Pereira Netto, que conseguiu fugir. Em 7 de Dezembro de 2003 os Carecas do ABC se tornam novamente notícia quando três de seus membros, no caminho de volta de uma reunião da gangue, obrigaram ameaçando com armas brancas dois adolescentes (Cleiton da Silva Leite, 20 anos, e Flávio Augusto Nascimento Cordeiro, 16, que vestiam camisetas com estampa de bandas de punk rock) a pularem pela janela do trem em movimento em que estavam, resultando na morte de Cleiton e no amputamento do braço direito de Flávio.
Em Portugal o termo também é empregado por skinheads patriotas, nacionalistas e conservadores de extrema direita, no entanto o nacionalismo defendido pelos carecas portugueses está profundamente ligado à ideologia da supremacia branca e ao neonazismo, uma vez que estes indivíduos afirmam ser a raça branca a origem e verdadeira identidade portuguesa.
Straight edge
Straight Edge (abreviado para sXe ou SxE) é um modo de vida associado a música Punk/Hardcore. Ele defende a total e perene abstinência em relação ao tabaco, álcool e as chamadas drogas ilícitas. Algumas pessoas tendem a associá-lo a vida sexual regrada, sem promiscuidade, mas isto não faz parte do foco inicial.
Teve como precursores a banda de Hardcore Minor Threat, que ficou famosa em todo o mundo, mas foi mais famosa em países industrializados como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália e parte da Europa Ocidental. Embora os straight-edgers ou "edge kids" não se identifiquem com uma visão de mundo (worldview) particular nos pontos de vistas sociais ou políticos, muitos deles estão associados à preceitos como o anarquismo, vegetarianismo/veganism, socialismo, sustentabilidade e movimentos ecológicos. Em correntes minoritárias, ideologias conservadoras e religiosas e pontos de vista de extrema direita também estão presentes, ainda que maior parte dos Straight Edgers sintam profunda aversão a a elas e ao preconceito de maneira geral, seja racial, nacional, sexual, etc. Entra bandas straight edgers podemos citar além do Minor Threat, Youth Of Today, Gorilla Biscuits, Bold, Broken Distance, etc.
Visão Geral
Straight edge pode ser definido como uma contra cultura, modo de vida, ou como uma forma de resistência, abstendo-se de substâncias psicoativas, lícitas ou ilícitas.
Existem inúmeras razões pelas quais as pessoas poderiam escolher ser “Straight Edge”. Alguns o utilizam como um fundamento porque crêem que desta forma estarão mais envolvidas com sua saúde física e mental. Existem também os que se identificam com o “Straight Edge” por partilhar da opinião de que a consensualização atual do uso de substâncias alteradoras do humor contribui para a anestesia política e contenção da contestação. Para poucos, “Straight Edge” envolve a abstinência, também, do sexo casual. Acreditam, estes, que o sexo não deve ser negligente, que dure apenas uma noite/vez. Grande parte escolhe por ser vegetarianos ou vegan, ainda que muitos straight edgers não vejam nenhuma ligação entre o seu ideal e o vegetarianismo/veganismo.
O aparecimento do “Straight Edge” se deu com o início da cultura punk e teve surgimento no meio de jovens de culturas distintas que simplesmente não queriam fazer uso de drogas. Aqueles que adotam esta postura o fazem, pois procuram uma forma de resistir, através da contra cultura, a pressão social de participar de uma "cultura às drogas”.