

Sex Pistols celebra 30 anos do histórico "Never Mind The Bollocks"![]()
LONDRES, 27 JUL (ANSA) - A banda britânica punk Sex Pistols celebra os 30 anos de seu disco "Never Mind The Bollocks... Here's The Sex Pistols" (1977), considerado um marco, com a venda de quatro de suas canções em versão remasterizada.
Segundo informou a gravadora Virgin Records, serão colocados à venda em outubro quatro compactos de aniversário com as principais faixas do disco: "Anarchy In The UK", "God Save The Queen", "Pretty Vacant" e "Holidays In The Sun".
Os singles contarão em sua capa com os desenhos punk clássicos do grupo inglês, criados por Jamie Reid.
Para o final de outubro, a Virgin planeja vender o disco em vinil com a canção original "Submission" e um pôster, como havia sido vendido em 28 de outubro de 1977. Essa canção havia ficado de fora do disco vendido posteriormente, devido a problemas de comercialização com a França.
Os Sex Pistols foram uma banda emblemática de punk-rock que teve uma existência fugaz, de 1975 a 1978, período no qual lançou apenas quatro compactos e um álbum.
Os Pistols, como são conhecidos na Inglaterra, são apontados como os iniciadores do movimento punk no Reino Unido.
A banda era formada por John Lydon (Johnny Rotten) no vocal, Steve Jones na guitarra, Paul Cook na bateria e Glen Matlock no baixo (substituído depois por Sid Vicious).
Em 24 de fevereiro de 2006 os Sex Pistols foram incluídos oficialmente no Hall da Fama do Rock britânico, no entanto, rejeitaram o convite para a cerimônia e insultaram os organizadores. (ANSA).

O que é RIOT GRRRLS???![]()
Riot grrrl (ou riot grrl) é um movimento abrangindo fanzines, festivais e bandas de hardcore punk rock e feminismo. A intenção do movimento é informar a mulher de seus direitos e incentiva-las a reinvindica-los. Uma das principais formas além de protestos foi o uso da música. A carreira músical feminina se resumia apenas como vocalistas, ou qualquer função em bandas de músicas leves, mesmo assim mal vistas. O principal ponto foi montar bandas de rock, com instrumentos pesados como baixo e guitarra com muitos efeitos e distorção, estilo e instrumentos inicialmente considerado como masculinos. Incentivando cada vez mais as mulheres a montarem suas bandas, criar fanzines feministas, e assim expressar suas opiniões e vontades. O gênero musical riot grrrls apareceu na década de 90 como resposta as atitudes machistas punks.
As bandas Bikini Kill e Bratmobile são consideradas duas bandas que incentivam o movimento.
Tudo começou nos Estados Unidos em meados dos anos 90, o termo surgiu quando Alison Wolfe, do Bratmobile, resolveu fazer um fanzine feminista chamado Riot Grrrl onde se rebelavam contra alguns dogmas intocáveis do mundo do rock: garotas não sabem tocar guitarras, bateria, ou baixo tão bem quantos os homens .Por causa desses dogmas, várias garotas sentiam-se desestimuladas a tomar frente de uma guitarra ou qualquer outro instrumento. As riot grrrls não faziam questão de se mostrarem bonitinhas, meigas, ou bem comportadas. Como eram vetadas pelo fato de serem do sexo feminino rasparam as cabeças, usavam roupas masculinas e as vezes até como protesto se envolviam com outras mulheres mostrando a eles que eram tão capaz e as vezes "até mais" do que eles. O movimento Riot foi bem popularizado por bandas de garotas como Bikini Kill e Tribe 8, elas reverenciaram antecessoras roqueiras de visual e verbos agressivos: a poetisa Patti Smith e o humor cínico de Deborah Harry. Não se pode dizer que existam “líderes” no movimento “RIOT GRRRL”, pois cada garota deve fazer o que quer e defender seus pensamentos e não ser “influenciada” ou “obedecer” alguma líder; contudo algumas mulheres conseguiram muito destaque, tornando-se verdadeiros símbolos das “Riot Grrrls”. Sem dúvida o maior destaque é a Kathleen Hanna, vocalista do Bikini Kill, cuja banda pode ser considerada uma das primeiras (ou a 1a) do movimento, além de ser muito radical.
Nos seus shows, as garotas do Bikini Kill costumavam “mandar” os rapazes para as filas mais longe do palco, deixando as garotas nos melhores lugares, além de tudo, elas entregavam folhas com as letras das músicas para que AS FÃS pudessem acompanhar melhor as canções. Kathleen costumava fazer os shows com os braços, abdômen ou costas escritos com slogans como : RAPE (estupre) ou SLUT (vagabunda), isso era uma forma de protesto contra a violência sexual, e os comentários “machistas” que determinavam as “Garotas do Rock” ou as mais “liberais” como vagabundas... O costume de escrever os “slogans” no corpo não parou com o Bikini Kill, até hoje várias bandas femininas se apresentam e se rebelam com o corpo riscado.
Apesar da banda Bikini Kill ter sido a principal e mais influente, a que realmente ficou com “mais fama” foi a Courtney Love, da banda Hole, que é considerada por algumas ídolo máximo do movimento, apesar de várias vezes se negar de participar do “tal movimento feminista” e até ter brigado com Kathleen, entre vários outros motivos UM seria o de que Courtney não queria que a imagem da sua banda, HOLE, fosse associada com o RIOT GRRRL além de que Courtney Love Cobain não simpatizava com a “cena” de Olympia, que era tanto a do Bikini Kill quanto a do “Riot Grrrl”. Querendo ou não a imagem de Courtney foi associada ao RIOT GRRRL. É importante destacar que não só as mulheres defendem o Riot Grrrl, vários homens, inclusive ROCKSTARS já defenderam a causa feminina.
Bandas riot grrrls possuem tanto sucesso pela prática do femismo em suas letras para manter o lema: se os homens podem, eu também posso! Ou ainda: Só para meninas!
Há bandas como o extinto Bulimia Punk Rock Feminino, Biggs, Pulso, entre outras,que também abrangem outros assuntos além do feminismo, como a banda Suffragettes, que defendem além do feminismo, também o vegetarianismo, a filosofia straight-edge, a preservação ambiental, dentre outros assuntos, cada vez mais crescentes nas cenas undergrounds.
No Brasil a banda de maior destaque é o DOMINATRIX, liderada pela vocalista e guitarrista Elisa Gargiulo,que já tem 13 anos dentro do movimento.
A banda é extremamente feminista e nos seus shows realiza verdadeiros debates sobre as diversas causas femininas e o direito das minorias.
Homossexualidade não é uma regra Riot Grrrl. Geralmente há garotas homossexuais no movimento devido o desejo de ter direito de gostar de quem quiser, independente do pensamento alheio. Assim, reivindicando junto as outras a liberdade sexual, o fim do preconceito, entre outros pontos. Infelizmente, a imagem de uma riot grrrl retradada pela mídia inadequadamente como homossexual, que odeia homens, ignorante, violenta, amarga, uma imagem que também é dada para as feministas em geral. Devida a atitude de algumas garotas mal informadas ou com um temperamento um tanto quanto agressivo colocam de forma negativa as características deste movimento.
O modismo "eu sou uma Riot Grrrl" apenas atrapalha os ideais, deixando Riot Grrrls como baderneiras, e não como pessoas que querem conquistar mais espaço, direitos. É importante lembrar.... assim como direitos também temos deveres, entre esses o respeito alheio, assim como exigimos.
Country PUNK![]()
Country Punk, ou Cowpunk, é um subgénero do punk, originário do sul da Califórnia, criado nos anos 80. É uma mistura de Punk rock com música country e blues, e influenciado por bandas como os The Cramps ou os The Gun Club.
Em particular, a expressão Cowpunk foi associada a bandas da Louisiana, Mississipi, Alabama, Geórgia e Florida, que tocavam uma versão mais rápida de Southern rock. Outra explicação sobre a designação Cowpunk,[carece de fontes] é a de que terá tido origem em 1978, quando os Sex Pistols passaram por Dallas, em turnê.
Bio-punk![]()
Biopunk (uma palavra-valise combinando "biotecnologia" e "punk") é um termo utilizado para descrever um gênero da ficção científica que se concentra em biologia sintética.[1] Mais recentemente, o termo tem também sido utilizado para denotar um movimento tecno-progressivo que advoga o acesso livre à informação genética
CrustCore![]()
Crustcore: associado à cultura da segunda geração anarcopunk (ecologia, anarquismo, pró-libertação animal), se assemelha ao grindcore no extremismo mas diminui consideravelmente a influência das estruturas musicais do heavy metal.
D-Beat
D-beat designa uma batida rapida na bateria, especialmente em bandas de punk hardcore, em todas as suas variantes. O nome deriva da banda britância Discharge, como o nome que definiu esse estilo. Em todo o mundo o D-beat é cultuado até hoje. Dizem alguns que o nome D-beat vem das bandas de hardcore que começavam com D para homenagear o Discharge como: Disfear, Disclose, Desche-Charge, Disarm e etc, inclusive seguiam o estilo até nas capas dos albuns, com fotos em preto e branco.
Exemplo de D-beat:
H:|x-x-x-x-x-x-x-x-:||
S:|--o---o---o---o-:||
K:|o--o-o--o--o-o--:||
1 & 2 & 3 & 4 & :
Diy![]()
DIY é uma abreviação de Do It Yourself (do inglês faz tu mesmo), que traduz um espirito empreendedor e anarquista que terá surgido com a cena punk underground.
Basicamente é uma sigla usada para denotar que determinada banda faz todo o trabalho pelas suas próprias mãos, ou seja, tudo desde a organização de concertos, gravação e produção dos albuns, produção e venda de merchandise, marketing, publicidade, etc... é feito apenas com o suor dos seus elementos.
Também é usada no caso de projectos que contra tudo e todos e sem quaisqueres apoios financeiros ou outros, subsistem e chegam a ter sucesso. Diz-se que estes são projectos baseados no DIY.
A atitude DIY é obviamente associada a um espirito anti-capitalista e assenta no pressuposto que uma pessoa sozinha pode muito bem fazer o trabalho de vários "profissionais" excessivamente bem pagos e por vezes incompetentes.
Death Rock
Death Rock (também chamado de Deathrock ou de Death Punk) é um termo utilizado para distinguir o estilo musical que se confunde muitas vezes com a corrente mais lata do gothic rock, muitas vezes apresentando grandes influências do punk. Teve origem na costa ocidental dos Estados Unidos no final da década de 70, mais precisamente em Los Angeles. O estilo tem sido alvo de um certo revivalismo em reação à influência cada vez maior de estilos como o Techno na música gótica. Há também as influências de bandas como o The Misfits. Bandas nessa linha costumam apresentar imagens relacionada com temas mórbidos, próprios de vários grupos musicais de Los Angeles.